Projeto Integrado I – Gestão Estudo de Caso “Inovação Social na Indústria Têxtil”
Portfólio Projeto Integrado I Gestão – CST´s: Estudo de Caso “Inovação Social na Indústria Têxtil”
O Projeto Integrado I na área de Gestão com a temática “Inovação Social na Indústria Têxtil” é uma iniciativa acadêmica realizada por meio de um Portfólio que visa abordar de maneira abrangente e estratégica a transformação operacional da Têxtil Verde. Este projeto propõe a implementação de práticas sustentáveis e a criação de uma marca consciente, destacando-se no mercado de moda sustentável. A iniciativa é guiada por uma abordagem que engloba análise de oportunidades e desafios, desenvolvimento da marca, e estratégias de marketing para posicionar a Têxtil Verde como líder no segmento sustentável.
Portfólio Projeto Integrado I Gestão CST: Estudo de Caso: “Inovação Social na Indústria Têxtil”
A Têxtil Verde, uma indústria de vestuário estabelecida em uma cidade de médio porte, enfrenta o
desafio de reinventar sua abordagem empresarial para crescer em um mercado altamente
competitivo. Ao realizar uma consultoria, verificou-se uma grande oportunidade em um nicho de
mercado que busca produtos mais sustentáveis, impulsionada pelo aumento de consumidores cada
vez mais conscientes e exigentes. Os diretores da empresa viram essa ideia muito oportuna e
condizente com seus valores, uma vez que já haviam empreendido um projeto anterior focado em
desenvolver uma cadeia de suprimentos ética e sustentável, reduzindo o impacto ambiental e
promovendo condições de trabalho que gere respeito e satisfação no ambiente de trabalho.
O novo projeto envolve a criação de parcerias estratégicas com fazendas de algodão orgânico, a
implementação de práticas de produção ecoeficientes e a capacitação de comunidades locais em
regiões de produção. A gestão de projetos torna-se crucial para coordenar as diferentes fases, desde
o design sustentável até a comercialização dos produtos. O empreendedorismo da Têxtil Verde é
evidente na abordagem inovadora para conquistar mercados que valorizam a produção ética. Além
disso, a empresa compromete-se com a transparência, educando os consumidores sobre a
procedência sustentável de seus produtos. Em seu novo projeto, a Têxtil Verde não apenas busca
transformar operacionalmente a empresa, mas também construir uma marca consciente que ressoe
com as expectativas do consumidor moderno, reforçando os benefícios tangíveis das práticas
empresariais socialmente responsáveis e sustentáveis.
Projeto Integrado I Gestão – CST´s
ATIVIDADE 1
Estudante, desenvolva um plano estratégico para a implementação bem-sucedida do novo
projeto da Têxtil Verde, focado na criação de uma marca consciente e sustentável, seguindo os
seguintes passos:
Passo 1: Análise de Oportunidades e Desafios – Estudo de Caso Inovação Social na Indústria Têxtil Verde
Realize uma análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) para identificar
os elementos internos e externos que podem afetar o sucesso do projeto da Têxtil Verde (a SWOT
pode ser realizada com o formato de quadrantes ou em texto corrido).
Passo 2: Desenvolvimento da Marca – Têxtil Verde
Crie uma proposta de valor para a Têxtil Verde, destacando os principais elementos que
diferenciarão a marca no mercado. Considere como a empresa pode comunicar de forma eficaz
seus valores e práticas sustentáveis aos consumidores.
Passo 3: Estratégias de Marketing –
Elabore estratégias de marketing para posicionar a Têxtil Verde como líder no segmento de
moda sustentável. Inclua abordagens online e offline, considerando a conscientização do
consumidor sobre a importância de escolhas éticas.
REFERÊNCIAS PARA ATIVIDADE:
KURATKO, Donald F. Empreendedorismo: processo, prática. São Paulo: Cengage Learning Brasil,
2018.
Projeto Integrado I Gestão – CST´s
ATIVIDADE 2
A situação complexa pela qual a fábrica em questão está passando requer a elaboração de
soluções efetivas no que tange às diferentes áreas da organização que serão impactadas em prol de
tais mudanças.
Pensar e instrumentalizar soluções de problemas – que aqui, no caso, é uma oportunidade
– não é tarefa fácil e envolve uma série de processos e práticas muito bem planejadas, visto que os
recursos – financeiros e de tempo – para prover tais soluções são limitados!
Neste sentido, uma estratégia importante e bastante útil neste contexto, a fim de viabilizar
a implementação de soluções diz respeito ao gerenciamento de um projeto!
Você, enquanto líder do projeto, tem como primeiro passo determinar um objetivo em
específico e destrinchá-lo em objetivos menores – visto que a própria apresentação do contexto da
empresa já nos deu vários insights sobre essa entrega macro, e essas possíveis tais sub entregas.
Tendo definido então um objetivo, sua missão nesta etapa consiste em:
a) Elaborar uma Estrutura Analítica do Projeto (EAP). Em outras palavras: através da EAP,
você fará a espinha dorsal do seu projeto, pensando que tal ferramenta será utilizada para discutir
com os gestores da empresa os possíveis encaminhamentos como, por exemplo, recursos disponíveis
para operacionalização.
A EAP é a decomposição do trabalho necessário para a realização de um projeto em pacotes
de trabalhos menores, organizados de cima para baixo, hierarquicamente, não necessariamente na
ordem exata, mas na melhor possível.
Projeto Integrado I Gestão – Têxtil verde
Figura 1 – Exemplo da estrutura.
Fonte: Elaborado pelos autores.
Na figura, o primeiro nível diz respeito ao objetivo do projeto. O segundo nível diz respeito
às atividades necessárias para alcançar o objetivo geral. O terceiro nível, diz respeito às atividades
necessárias para alcançar o objetivo específico do nível anterior, e assim por diante.
Sua EAP deve conter pelo menos três níveis.
b) Tendo elaborado a EAP, dê continuidade a sua espinha dorsal, agora trazendo os
fundamentos da administração: associando às funções Administrativas de Planejar; Organizar;
Executar; e, Controlar. Vamos pensar que a EAP ilustrou os elementos pensados na fase de
planejamento… Agora, sua missão consiste em mapear alguns dos principais recursos necessários a
serem organizados para viabilizar a execução; um check list de tarefas a serem executadas associadas
aos níveis da EAP, bem como possíveis indicadores de controle para garantir atendimento ao
objetivo.
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REFERÊNCIAS PARA ATIVIDADE:
CAMARGO, Marta. Gerenciamento de Projetos. São Paulo: Grupo GEN, 2018. (Minha Biblioteca).
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos Novos Tempos – Os Novos Horizontes em
Administração. São Paulo: Grupo GEN, 2020.
WYSOCKI, Robert K.; MARQUES, Arlete S. Gestão eficaz de projetos (vol 2). São Paulo: Saraiva, 2020.
(Minha Biblioteca).
Institute, Project M. Um guia de conhecimento em gerenciamento de projetos (guia PMBOK®).
Disponível em: Minha Biblioteca, (5th edição). Editora Saraiva, 2014).
ATIVIDADE 3
Todo processo de mudança gera desafios, esse cenário é enfrentado atualmente por essa
industrial têxtil. Pensando em facilitar esse processo é importante analisar os contextos no âmbito
social, ambiental e até de governança. Diante disso, a implantação do ESG pode trazer diversos
benefícios para empresa.
Agora, você deverá avançar na discussão dessa importante e atual temática, visando
auxiliar, propor melhorias ou mitigar ações em empresa e corporações da área da saúde, unidades
de saúde particulares e públicas, entre outros. E para isso análise e discorra sobre os tópicos
abordados abaixo:
1. Defina o que é o ESG e sua importância para o segmento empresarial e de
gestão da área da saúde?
2. Crie um plano de ação para cada pilar do ESG (governança, social e o
ambiental) em algum seguimento da área da saúde (clínicas, hospital, entre outros):
3. Destaque quais as vantagens da implantação do ESG para empresas da área
da saúde?
Projeto Integrado I
Gestão – CST´s
REFERÊNCIAS PARA ATIVIDADE
PEREIRA, Adriana C; DA SILVA, Gibson Z; EHRHARDT, Maria E. Sustentabilidade, responsabilidade
social e meio ambiente. Editora Saraiva, São Paulo. 2011.
SOLER, Fabrício; PALERMO, Caroline. ESG (ambiental, social e governança): da teoria à prática. São
Paulo: Expressa, 2023.
ATIVIDADE 4
Se, ao longo do processo de formação e desenvolvimento das sociedades, observamos a
substituição gradual da atuação humana por máquinas, não seria exagerado afirmar que,
atualmente, esse fenômeno está se acelerando e alcançando níveis anteriormente inimagináveis.
Avanços significativos nas áreas de robótica, automação e conectividade, por exemplo, estão
ampliando as oportunidades para a aplicação da tecnologia na execução de diversas tarefas exigidas
nas sociedades modernas.
Ao mesmo tempo em que os avanços tecnológicos nos auxiliam a encontrar algumas
respostas para problemas cotidianos que atingem a humanidade, formulando maiores certezas, com
maior agilidade, em temas antes duvidosos, temos de reconhecer também que as potencialidades
oferecidas pelo desenvolvimento científico contemporâneo abrem novos campos de discussão
envolvendo a ética. Assim, a ampliação das atividades que conseguimos fazer eleva
proporcionalmente os questionamentos sobre o que efetivamente devemos fazer.
Pensando no estudo de caso “Inovação Social na Indústria Têxtil”, considere que o novo
projeto de transformação operacional da empresa, compatíveis com os desafios da sociedade
competitiva moderna, tem a possibilidade de adquirir e implementar maquinários avançados e o
desenvolvimento de novos equipamentos de inteligência artificial.
Diante disso, disserte a partir das seguintes perguntas:
• A performance elevada é critério suficiente para adotar a tecnologia para solucionar
problemas de nossa realidade cotidiana?
• Existem outros princípios da ação humana que diferenciam nosso funcionamento da
programação típica da tecnologia?
Projeto Integrado I Gestão – CST´s
• De que modo as mudanças para a preservação ambiental se articulam com os princípios da
cidadania?
REFERÊNCIAS PARA ATIVIDADE:
CONTI, Hugo Martarello de. ALVES, Patrícia Villen Meirelles. Sociedade Brasileira e Cidadania.
Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A. 2019.
CORREIA, Carol. “Por uma tecnologia ética: Inovação traz questionamentos e desafios que mostram
a importância das Ciências Humanas na área”. In: Conexão UFRJ [online]. Publicado em 29 de abril
de 2022. Disponível em: https://conexao.ufrj.br/2022/04/por-uma-tecnologia-etica/ Acesso: 29
nov. 2023.
FREIRE, Emerson. BATISTA, Sueli Soares Batista. Sociedade e tecnologia na era digital. 1ª ed. São
Paulo: Editora Érica, 2014.
SANTOS JUNIOR, Nei Jairo Fonseca dos. “Notas sobre ética na sociedade tecnológica”. In: RELACult,
V. 05, ed. especial, abr., 2019, artigo nº 1195. Disponível em:
https://periodicos.claec.org/index.php/relacult/article/download/1195/707/4798 Acesso: 29
novembro de 2023.

![Projeto Integrado CST em Radiologia Estudo de Caso: “Logística Reversa no Setor de Radiologia” O Projeto Integrado CST em Radiologia representa uma abordagem abrangente que destaca a evolução histórica da radiologia, desde os primeiros filmes de raios-X em 1914 até os avanços no século XIX, quando os primeiros aparelhos de raio-X chegaram ao Brasil. José Carlos Ferreira Pires, pioneiro no país, instalou o primeiro aparelho de raios-X no interior de Minas Gerais em 1897, marcando um marco crucial na história da radiologia nacional. O estudo aprofunda a composição dos filmes radiográficos, delineando elementos essenciais como base, emulsão e camada protetora. No âmbito do Estudo de Caso, “Logística Reversa no Setor de Radiologia”, a narrativa se volta para a contemporaneidade, destacando a importância da gestão sustentável no descarte e reciclagem de radiografias. O processo de reciclagem é detalhado, ressaltando a necessidade de separação, lavagem e extração de prata, com ênfase na relevância do tratamento adequado da água utilizada. A atividade subsequente propõe um plano de implementação de Logística Reversa no setor de radiodiagnóstico, onde a análise de desafios, a crítica da situação atual e a elaboração de estratégias se tornam elementos-chave. O enfoque na conscientização do consumidor sobre a sustentabilidade reforça a conexão entre a história da radiologia e as práticas contemporâneas, solidificando a importância do Projeto Integrado CST em Radiologia como uma iniciativa inovadora e sustentável no setor. SITUAÇÃO PROPOSTA: Projeto Integrado Estudo de Caso: “Logística Reversa no Setor de Radiologia” A partir de 1914, os filmes de raios-X ficaram cada vez mais populares, pois os vidros que até então eram utilizados vinham da Bélgica e devido à Primeira Guerra Mundial, o suprimento deste material acabou sendo cortado, assim, com os filmes foi possível obter grandes avanços (FERREIRA, 2007). No Brasil, José Carlos Ferreira Pires foi o primeiro médico a instalar um aparelho de raiosX no interior do Brasil, na cidade de Formiga, Minas Gerais, a 600 km do Rio de Janeiro, em 1897” (PEREIRA, 2006, P. 51). Suas primeiras radiografias também funcionavam com as chapas de vidro fotográficos, sendo a primeira chapa registrada de uma mão que apresentava um corpo estranho. Porém, era necessário muito tempo para realizar a radiografia, prejudicando a imagem e expondo os pacientes à intensa radiação. Por exemplo, uma radiografia de tórax demorava cerca de 30 minutos e a de um crânio, em torno de 45 minutos (FENELON, 2005). Ainda no século XIX, começaram a chegar ao Brasil os primeiros aparelhos de raio-X. O pioneirismo foi disputado por cientistas da Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Pará. Porém não há registros corretos para determinar quem fez a primeira radiografia no filme radiográfico (CORREA, 2010). Estudo de Caso: “Logística Reversa no Setor de Radiologia” A estrutura básica de um filme radiográfico é composta “de base, emulsão e camada protetora (cobertura), sob o filme de PET (Poli-Tereftalato de Etileno), que é um tipo de plástico utilizado também em recipientes de refrigerantes” (PIVA; WIEBECK, 2004). A base ou suporte é um componente que sustenta a emulsão gelatinosa. Deve ser constituída por um material transparente que absorve pouca luz. “Já a emulsão é a parte que recebe a imagem e nela é contida a gelatina que permite manter fixos e dispersos os microcristais ou grãos de haletos de prata que são sensíveis à luz” (FERREIRA, 2007, p.7). “As radiografias também contêm metanol, amônia e metais pesados como cromo. Além destes materiais, também podem ser encontrados chumbo nos papéis que recobrem as películas radiográficas usadas por dentistas” (CALDERARI, 2008). Projeto Integrado CST em Radiologia Segundo Kawaguti, et al (2012), o processo de reciclagem das radiografias inicia-se quando estas são recolhidas em hospitais, clínicas e outras entidades. Depois, são separadas por tamanho e lavadas com soda cáustica. Da água, sai uma massa de sujeira. Nela se encontra a prata. Para retirála, é preciso derreter o material junto com alguns elementos fundentes. Esse processo separa as impurezas do precioso metal, sendo a prata a parte menor. Para, no mínimo, 2,5 mil chapas, se consegue em torno de uns 450 gramas de prata. Na etapa seguinte, a prata é derretida de novo com uma temperatura bem mais alta e depois é despejada água fria e misturada rapidamente. A prata se torna granulada devido ao choque térmico. Toda água utilizada na limpeza das radiografias deve ser tratada antes de parar na rede de esgoto ou reutilizada nos tanques de limpeza (PEQUENAS EMPRESAS E GRANDES NEGOCIOS, 2010). ATIVIDADES ATIVIDADE 1 Estudante, desenvolva um plano para a implementação de um projeto de Logística Reversa, focado em estratégias de conscientização e sustentabilidade do setor de radiodiagnóstico, seguindo os seguintes passos: Passo 1: Análise de Desafios Realize uma pesquisa bibliográfica para identificação dos desafios que envolvem o setor em relação aos materiais que são descartados e seus destinos adequados. Passo 2: Análise Crítica Após pesquisa bibliográfica sobre o tema, faça uma análise crítica sobe a real situação do setor e as possíveis melhorias que poderiam ser efetuadas para o descarte e o destino correto dos rejeitos do setor. Passo 3: Estratégias de Logística Reversa Elabore estratégias de Logística Reversa como um líder do segmento de Radiologia, incluindo abordagens online e offline, considerando a conscientização do consumidor sobre a importância da sustentabilidade do setor. PROJETO INTEGRADO INDIVIDUAL CST EM RADIOLOGIA REFERÊNCIAS PARA ATIVIDADE: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – Resíduos de Serviços de SaúdeTerminologia, NBR 12807, Rio de Janeiro, 1993. NAIME, Roberto; SARTOR, Ivone; GARCIA, Ana Cristina. Uma abordagem sobre a gestãode resíduos de serviços de saúde. Revista Espaço para a Saúde 21 [periódico on- line],2004; v.5, n.02. Disponível em: GUARNIERI, Patrícia; KOVALESKI, João Luiz; STADLER, Carlos Cezar; OLIVEIRA, Ivanir Luiz de. A Caracterização da Logística Reversa no Ambiente Empresarial em Suas Áreas de Atuação: Pós-venda e Pós-Consumo Agregando Valor Econômico e Legal. 2006. Disponível em: ATIVIDADE 2 Todo Projeto é sempre um desafio e gera mudanças que envolvem várias esferas: social, educacional e ambiental. Essas mudanças podem trazer diversos benefícios para uma empresa da área de Saúde. Portanto, a partir desse desafio, você irá avançar na discussão desse tema, propondo melhorias ou mitigando ações em empresas, instituições da área da saúde, unidades de saúde particulares e públicas, e outros. Para esse avanço faça uma análise e discorra sobre os tópicos abordados abaixo: 1. Defina o que é Logística Reversa e sua importância para os segmentos da área da saúde? 2. Crie um plano de ação educacional e de conscientização sobre o descarte correto dos rejeitos do setor de saúde (clínicas, hospital, entre outros), especificando em um momento o de radiodiagnóstico. 3. Destaque quais as vantagens da implantação do seu Projeto em Logística Reversa para empresas da área da saúde? Projeto Integrado CST em Radiologia REFERÊNCIAS PARA ATIVIDADE PEREIRA, Adriana C; DA SILVA, Gibson Z; EHRHARDT, Maria E. Sustentabilidade, responsabilidade social e meio ambiente. Editora Saraiva, São Paulo. 2011. SOLER, Fabrício; PALERMO, Caroline. ESG (ambiental, social e governança): da teoria à prática. São Paulo: Expressa, 2023. LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: Meio ambiente e competitividade. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. GUARNIERI, Patrícia; KOVALESKI, João Luiz; STADLER, Carlos Cezar; OLIVEIRA, Ivanir Luiz de. A Caracterização da Logística Reversa no Ambiente Empresarial em Suas Áreas de Atuação: Pós-venda e Pós-Consumo Agregando Valor Econômico e Legal. 2006. Disponível em:](https://mundodosportfolios.com/wp-content/uploads/2024/02/Projeto-Integrado-CST-Radiologia-100x100.jpg)

